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Rede para estudantes, investigadores e profissionais de museus partilharem documentos, projectos e ideias sobre o mundo dos museus.

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Museologia.Porto: Prémio da APOM - Associação Portuguesa de Museologia 2008 de "Melhor Comunicação On-Line Prémio partilhado com o excelente BLOG No Mundo dos Museus (http://nomundodosmuseus.hypotheses.org/)

da blogger Ana Rodrigues Carvalho também membro da nossa rede

 

 

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Ensaios e práticas em museologia : 01

Ensaios e práticas em museologia : 01

 

http://ler.letras.up.pt/site/default.aspx?qry=id03id1356id2411&sum=sim

 

 

O volume que agora se apresenta teve como principal motivação a divulgação de alguns estudos de museus já apresentados durante o I Seminário de Investigação em Museologia para os Países de Língua Portuguesa e Espanhola (Porto 2010), em formato de Poster, e que merecem, no nosso entender, uma melhor divulgação. A maior parte destes estudos foram realizados no âmbito das dissertações do Curso de Mestrado em Museologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, entre 2008 e 2009. Incluem-se, ainda, neste volume, alguns artigos que partem de dissertações de mestrado ou de doutoramento  apresentadas noutras universidades e que apoiam esta construção de um  campo profundamente inter-disciplinar.  Os diferentes textos mostram bem a diversidade dos tópicos de investigação em museologia e, no seu conjunto, materializam diversas visões e orientações da museologia contemporânea, gizando não só um território de profissionais-em-acção mas promovendo, igualmente, espaços reflexivos e de discussão crítica.

 

ACTAS - I SEMINÁRIO DE INVESTIGAÇÃO EM MUSEOLOGIA DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA E ESPANHOLA

Parabéns a nós! A rede Museologia.Porto fez 3 anos!

Parabéns a nós!

A rede Museologia.Porto fez 3 anos no início deste ano! Um grande abraço a todos e mais uma vez vos convido a participar ativamente na construção desta rede que é de todos nós!

 

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Mensagens de blog

PROJETO QUARTO | 25 FEV 2012

Célia Dulce Godinho Machado

Por Célia Dulce Godinho Machado

É sempre com enorme prazer que ouço alguém falar, fazendo uso de capacidade de análise e crítica, reflexão e questionamento, numa altura em que todos parecemos obcecadamente concentrados em respostas e certezas.

Por isso, considero que tive a honra e o prazer de participar na sessão de Fernando Hernández, que decorreu no passado Sábado, no auditório da Fundação de Serralves, a propósito do projeto com escolas do Museu de Arte Contemporânea para o ano letivo em curso, que se intitula “Quarto: lugar de abrigo, identidade, evasão” e cujas linhas orientadoras estão disponíveis on-line em http://www.serralves.pt/documentos/servico_educativo/2011_12/Projeto%20QUARTO.pdf e http://www.serralves.pt/documentos/servico_educativo/2011_12/Texto%20Prof.%20Elvira%20Leite.pdf.

Portador de um vastíssimo e diversificado currículo no âmbito do ensino e da investigação, Fernando Hernández é doutor em Psicologia e professor de Educação Artística e Cultura Visual na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Barcelona. É também co-diretor da série de livros “repensar a educação” e autor e co-autor de inúmeras obras de referência no campo da pedagogia, de entre as quais aponto, como poderia destacar outras, “Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho”, “Tecnologias para transformar a educação”, “A organização do currículo por projetos de trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio”, “Catadores da cultura visual: proposta para uma nova narrativa educacional”.

Portador de uma simplicidade desconcertante prendeu, durante quase duas horas, a atenção da plateia, fazendo uso de um método inspiradamente socrático. Foi, assim, a partir de um conjunto de questões-chave transversais às realidades escolar e museológica, que o pedagogo alertou os presentes para a complexidade do enlace entre ambas as instituições e permitiu que cada um de nós se colocasse, enquanto profissional, num cenário de reflexão face ao “quem fui” – “quem sou” – “quem quero ser”.

Para Hernández são os educadores (no sentido vasto do termo) os principais geradores de circunstâncias para o desenvolvimento das crianças e dos jovens. São, por isso, os responsáveis pela qualidade que cada contexto de ensino-aprendizagem oferece.

Pergunta então:

  • Que educandos tenho e gostaria de ter?

Quietos? Submissos? Curiosos? Irrequietos? Ansiosos? Questionadores? Passivos? Tranquilos? Construtores? Desconstrutores? Reconstrutores? Desinteressados? Atentos? Silenciosos? Irreverentes? Revolucionários? Estáticos? Desatentos?

  • Que postura enquanto educador adoto no meu trabalho com crianças e jovens?

Lido com eles como uma obrigação inevitável ou como um prazer incontornável? Olho-os nos olhos e vejo, em cada um deles, um ser humano diferente ou apenas mais um grupo típico, de acordo com o perfil etário e socioeconómico? Preocupo-me em conhecê-los e estabelecer relações de comunicação bidirecional ou sou o centro das atenções?

  • Com que motivo e com que intenção faço o que faço?

Porque acredito realmente na importância deste trabalho? Porque tenho que receber ordenado? Porque quero marcar a diferença na sociedade? Porque tenho que cumprir objetivos? Porque me mandaram? Porque diagnostiquei necessidades e verifiquei que por aqui pode ser o caminho? Porque tive esta ideia e é brilhante? Porque gosto de me envolver em atividades? Porque eles gostam?

  • Como vou documentar o processo?

Esqueci-me disso? Tiro fotografias a tudo e a todos? Filmo e vou fazer uma montagem com eles? Motivo-os para desenharem, escreverem e gravarem testemunhos sobre a experiência? Faço um registo contínuo? Faço um registo do produto final? Envolvo os encarregados de educação e as famílias? Centro-me nas crianças ou nos jovens apenas? Vou exibir os resultados da documentação? Vou partilhar os resultados da documentação e refletir sobre os mesmos e sobre o processo geral?

  • Como vou avaliar?

Sozinha/o? No final? Processualmente? Com o grupo? Não vou? Vou, mas ainda não pensei nisso? Observando? Registando observações? Motivando o grupo para a reflexão, discussão e registo do processo e dos resultados? Utilizando objetivos e indicadores como fios condutores? Comparando com outros resultados de projetos em que participei? Vou considerar as avaliações de todos os pares envolvidos nas ações ou só as da minha instituição?

Fernando Hérnandez terminou a sua intervenção concluindo que não trazia respostas para as muitas questões inquietantes que levantou, nunca foi sua intenção dar “receitinhas”, mas sim despertar reflexões sobre que escola e que museu queremos ser quando definimos um projeto como o que Serralves apresenta.

A mim pareceu-me genial e sinceramente, apesar do espanto do orador em não ver ninguém adormecido durante a hora da siesta, fiquei como muitos na plateia – sensibilizada - não só com a qualidade do discurso como com a postura atenta ao público que Fernando Hernández nunca descurou e que em duas palavras atrevo-me a descrever como serenamente contundente.

fotografia de Nuno Ferreira

Call for papers - Revista MIDAS: Museus e Estudos Interdisciplinares

Revista MIDAS: Museus e Estudos Interdisciplinares

www.revistamidas.hypotheses.org

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1.ª Chamada de artigos – Revista MIDAS: Museus e Estudos Interdisciplinares

 

A revista MIDAS – Museus e Estudos Interdisciplinares convida todos os que trabalham em museus e sobre museus a colaborar no primeiro número. MIDAS é uma nova revista de reflexão interdisciplinar de museologia, com arbitragem científica, semestral e em acesso aberto. A revista assume uma abordagem internacional, privilegiando uma relação de proximidade e diálogo com os países de língua portuguesa e espanhola.

A revista aceita artigos que favoreçam a problematização dos temas, transpondo diferentes disciplinas, territórios, perspetivas e visões em trabalhos de investigação de fertilização cruzada com fronteiras de contorno híbrido. Apresenta-se como espaço de questionamento não delimitador no qual o conhecimento é compreendido como sendo impermanente e aberto ao outro.

A revista é editada por Alice Semedo (Departamento de Ciências e Técnicas do Património da Faculdade de Letras da Universidade do Porto), Paulo Simões Rodrigues (CHAIA – Centro de História da Arte e Investigação Artística, Universidade de Évora), Pedro Casaleiro (Departamento de História Arqueologia e Artes da Faculdade de Letras, Museu da Ciência da Universidade de Coimbra e CIBIO), Raquel Henriques da Silva (IHA -Instituto de História da Arte, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa) e Ana Carvalho (CIDEHUS – Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora), na qualidade de editora assistente.

Submissão de artigos:

  • Artigos até 6 000 palavras ou cerca de 40 000 caracteres (incluindo espaços)
  • Recensões (livros ou exposições) até 1500 palavras ou aproximadamente 10 000 caracteres (incluindo espaços)
  • Artigos em Português, Inglês, Espanhol e Francês
  • Sistema Autor-Data do Chicago Manual of Style

 

Data limite para a submissão de artigos e recensões: 31 de Março de 2012

Os artigos devem ser enviados por e-mail para Ana Carvalho: revistamidas@gmail.com

Para mais informações sobre a revista consulte: www.revistamidas.hypotheses.org

1.%C2%AA%20Chamada%20artigos%20revista%20MIDAS%20-%20Museus%20e%20Estudos%20Interdisciplinares.doc

 
 
 

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museologia.porto / patronos 2011-2011!

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Patronos 2011-2012:

António Manuel T. da Ponte

Anónimo

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Célia Dulce Godinho Machado

Elisa Noronha

F. de Tamberlini

João  A. Carvalho Borges

Marta Sobral Antunes Ornelas

Mariana Jacob Teixeira

Maria Raquel Santos

Sandra Maria Ribeiro Santos

Sandra Rodrigues



Caros colegas e amigos a rede museologia.porto agradece a generosidade dos nossos patronos e amigos para que possamos continuar a manter esta rede em acção. A assinatura deste ano custa cerca de 170€ (preço em vigor a partir de 20 de julho de 2011)

Um grande abraço a todos!

 

da alice semedo

 

 

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