Rede para estudantes, investigadores e profissionais de museus partilharem fotos, videos, docs, projectos e ideias sobre o mundo dos museus.

Membros

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palestras MUSEOLOGIA




palestras museologia.doc

PALESTRAS

Organização
Departamento de Ciências e Técnicas do Património da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e Museu de Ciência da Universidade de Lisboa

segunda-feira / 9 de novembro de 2009 / 15h30
Faculdade de Letras da Universidade do Porto – Sala 302

Marcus Granato
Universidade Federal do Rio de Janeiro – UNIRIO / Museu de Astronomia e Ciências Afins – MAST / Ministério de Ciência e Tecnologia, Brasil.

Património de Ciência e Tecnologia no Brasil: estado da arte e pesquisas
relacionadas no MAST



segunda-feira / 23 de novembro de 2009 / 15h30
Faculdade de Letras da Universidade do Porto – Sala 302

Maria Lucia de Niemeyer Matheus Loureiro
Museu de Astronomia e Ciências Afins – MAST / Ministério de Ciência e Tecnologia,
Brasil.

Reflexões sobre objectos como documentos

Fórum

Teresa Mendes

Que sistemas informáticos de inventário? 29 respostas 

Iniciado por Teresa Mendes. Última resposta de Alexandre Matos 6 Nov.

Alexandre Matos

CIDOC 2009 Chile - Integração entre documentação de Museus, Bibliotecas e Arquivos 16 respostas 

Iniciado por Alexandre Matos. Última resposta de Alexandre Matos 6 Nov.

André de Soure Dores

Código Deontológico do ICOM

Iniciado por André de Soure Dores 3 Nov.

alice semedo

E o que é que têm a dizer meus amigos? Arte contemporânea no Museu do Côa... 13 respostas 

Iniciado por alice semedo. Última resposta de Frederica Jordão 22 Out.

scribd museologia.porto - dissertações, teses, etc

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Notas

PALAVRAS NOSSAS / PALABRAS NUESTRAS


agir aprender artes celebrar cidadania / ciudadanía colecções / colecciones competências comunicação / comunicación conhecimentos / conocimientos conservar contactos criatividade / creatividad cultura cumplicidades / complicidades debater / debatir democracia desafios descoberta / descubierta desenvolvimento / desarrollo di
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Criado por alice semedo 14 Set 2009 at 14:40. Atualizado pela última vez por alice semedo 2 Out.

ORA OPINEM LÁ!

Ora opinem lá sobre a notícia do Público:

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Criado por alice semedo 23 Set 2009 at 16:22. Atualizado pela última vez por alice semedo 23 Set.


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Criado por alice semedo 31 Dez 2008 at 13:20. Atualizado pela última vez por alice semedo 26 Ago.

 

Nem às paredes confesso: da idade da pedra aos muros electrónicos

Nem às paredes confesso:
da idade da pedra aos muros electrónicos


texto e fotos de Álvaro Domingues

Primeiro andamento - contemplação

O Museu do Côa (para já…) é um edifício magnífico. Os seus projectistas, Camilo Rebelo e Tiago Pimentel souberam interpretar a magia do lugar, a teatralidade da paisagem, as texturas e os materiais, e um conceito que transporta consigo uma forte impressão de algo telúrico, primordial, mineral, saído das entranhas da terra.

Ao mesmo tempo, este edifício/matéria (aparentemente) bruta, remete para uma certa poética de Stonehenge; não o círculo sagrado das pedras (é mais um triângulo), mas esta especial linguagem pétrea do betão, como se fosse da idade da pedra – Stone Age –, como se habitasse nele a essência do xisto que por ali existe e onde se inscrevem as próprias gravuras pré-históricas. A relação entre construção e escavação, entre o edifício e a topografia do terreno, ou o contraste entre a massa mineral que emerge ou assenta no chão, e uma parte que parece dele levitar ou pairar sobre os abismos que descem até aos rios Côa e Douro…, tudo isso contribui para a tensão que ali é criada e para a intensa dramatização do lugar e da sua relação com a paisagem.

Esta nova presença – estranha e familiar, ao mesmo tempo –, presa a um cordão umbilical que é a estrada que lhe dá acesso, emerge na sua solidão de muralha ou atalaia no meio de socalcos abandonados, amendoeiras, oliveiras, figueiras, esteva, vinhas novas ou simplesmente terrenos escalvados destas terras secas e quase reduzidas aos seus ossos de xisto. Também isso aumenta a poética desta paisagem, as marcas das suas longínquas memórias e algo que é entendido, simultaneamente, como um artefacto que conserva um código genético do início dos tempos – geológicos ou humanos –, ao lado com as fracturas expostas das marcas recentes e interrompidas das grandes obras de engenharia hidroeléctrica.


Segundo andamento – expectativa e contradição

Este é o cenário forte que veio da dramatização em torno da descoberta das gravuras e da interrupção da barragem. Deste encontro de paixões só podia ter saído um gesto desmedido e uma expectativa posta no máximo. Entre discussões sobre produção de energia, património, arte, ciência, arqueologia, excepcionalidade, identidade, despovoamento, abandono, cosmopolitismo, tradição, turismo, etc., o certo é que este museu, ainda antes de ser projectado, construído e aberto ao público, corre o risco de colapsar perante o excesso, a diversidade e as contradições contidas nessas expectativas. A obra arquitectónica, se esvaziada de conteúdo e incapaz de corresponder às expectativas criadas, pode evoluir rapidamente para um estatuto de ruína para onde virá o trabalho laborioso e geométrico dos líquenes, se a química do betão lhes for favorável. Não será o caso.


Finale

Dito isto, proponho um conteúdo programático quase fadista:
Nem às paredes confesso
Não queiras gostar de mim
Sem que eu te peça,
Nem me dês nada que ao fim
Eu não mereça
Vê se me deitas depois
Culpas no rosto
Eu sou sincera
Porque não quero
Dar-te um desgosto
[refrão:]
De quem eu gosto
nem às paredes confesso
E nem aposto
Que não gosto de ninguém
Podes rogar
Podes chorar
Podes sorrir também
De quem eu gosto
Nem às paredes confesso.
Quem sabe se te esqueci
Ou se te quero
Quem sabe até se é por ti
que eu tanto espero.
Se gosto ou não afinal
Isso é comigo,
Mesmo que penses
Que me convences
Nada te digo.
Música: Ferrer Trindade, Artur Ribeiro
Letra: Maximiano de Sousa
Intérprete: Amália Rodrigues

Vem tudo isto a propósito das gravuras. Ninguém grava paredes sem sentido. Não existe arte pela arte (o que quer que isso seja), nem é suposto saber-se alguma vez quem e porque é que fez o que fez e quis disso deixar registo perene semeado em pontos e trajectos pelos rios, pelas pedras, pelos caminhos e para quem por cá deambula.

Nem às paredes confesso, é uma… confissão radical de quem diz que não diz, dizendo que apenas se reserva a uma expectativa.

Faça-se, pois, um programa de largo espectro – como os antibióticos – que explique,
- desde a seriedade com que o fazem os cientistas, arqueólogos ou antropólogos da arte, da datação de gravuras, etc.,
- aos que se distraem a ler “amo-te Vanessa” escrito à pressa nos viadutos,
- aos que passam horas no facebook ou em qualquer parede electrónica ligada à Net (por onde todos passam, como os que passavam nos caminhos do vale do Côa) a ver mensagens e grafitos mais ou menos subliminares,
que não são necessários milhões de auroques em manada e a três dimensões a cavalgar sobre o Museu de Arte e Arqueologia do Vale do Côa, para que todos tenhamos uma profunda curiosidade e desejo de conhecimento sobre estes mistérios que nos impulsionam a confessar às paredes de forma mais ou menos artística. Neste tempo que é o nosso, pouco sabemos para quem escrevemos nas paredes, com quem partilhamos o quê e com que sentido. Entre quem deixa mensagens que só um outro singular é que percebe, e outros que têm a ilusão de supostamente escrever globalmente, para que todo o mundo entenda, ficam a quase maioria que vive na cacofonia comunicacional do presente e da opacidade da sociedade e do que a move.

Que o Côa se abra ao mundo e que mundo se abra ao Côa!

Álvaro Domingues
http://museologiaporto.ning.com/profile/alvaroantoniogomesdomingues

27 de Outubro 2009



Fotos

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MUSEU de Novembro: Centro de Arte Contemporaneo de Malaga, España



CAC - Centro de Arte Contemporaneo de Malaga


http://cacmalaga.org/
http://www.ning.com/cacmalaga



El CAC Málaga es el emblema del compromiso con el arte contemporáneo del Ayuntamiento de Málaga que tiene como objetivo la difusión de las artes plásticas y visuales desde el último tercio del siglo XX hasta la actualidad.

El CAC Málaga se inauguró el 17 de febrero de 2003 y desde entonces se caracteriza por su dinamismo y por la importancia que concede a la reflexión, la pedagogía y la divulgación del arte contemporáneo.

La apertura del CAC Málaga ha creado nuevas posibilidades en el ámbito cultural del sur de España, consiguiendo constituirse en un referente artístico internacional. Además supone una novedad en España al conjugar los modos de gestión de la empresa privada con los ideales y objetivos del ámbito público.

Un proyecto abierto a todas las sensibilidades

Demanda social

El CAC Málaga surge como respuesta a la demanda de una sociedad que crece en número e inquietudes culturales. De esta forma, el Ayuntamiento de Málaga ha ido acercando al ciudadano, durante los últimos años, las más recientes corrientes artísticas y sus últimas expresiones plásticas y audiovisuales.

Nuevo referente turístico

El aeropuerto de Málaga, con más de cien destinos, registra anualmente una cifra cercana a los nueve millones de viajeros, cantidad que muestra la importancia de Málaga como núcleo turístico de primer orden. En este sentido, el CAC Málaga se ha sumado a la oferta cultural de la ciudad y de la Costa del Sol con la intención de mejorar los criterios de un destino de calidad.

Factor de integración cultural

Las cifras de turismo residencial en la provincia de Málaga se estiman en varios millones de personas, gran parte de ellos británicos, irlandeses, finlandeses, daneses, holandeses y alemanes, una cantidad que aumenta progresivamente.

En estas comunidades existe un gran interés por el arte y la cultura y en este aspecto el CAC Málaga ha servido tanto a la satisfacción de estas inquietudes como de elemento de integración en la sociedad andaluza.

Centro de referencia internacional

Sin olvidar su apoyo a los artistas malagueños, el CAC Málaga inició su andadura con una rotunda vocación internacional, expresada en la voluntad de convertirse en uno de los centros de referencia del circuito europeo, lo cual ha conseguido a través del prestigio y calidad de sus proyectos y exposiciones, entre las que han destacado grandes figuras del panorama internacional como Louise Bourgeois, los hermanos Chapman, Gerard Richter, Paul McCarthy, Anish Kapoor, Jason Rhoades, Raymond Pettibon, Ron Mueck, Rachael Whiteread, Yoshitmo Nara, Roni Horn, Daniel Richter o Rodney Graham.


Casa del Arte

El CAC Málaga ha establecido un programa innovador en España inspirado inicialmente en el modelo alemán de “Kunsthaus”. Este se concibe como una “Casa del Arte” dinámica, abierta a las nuevas tendencias, formas de expresión y preocupaciones sociales, conceptuales, políticas y estéticas del arte contemporáneo.

En el CAC Málaga se ofrecen actividades muy diversas y se reflexiona sobre el arte contemporáneo, sus fuentes y sus influencias. Se trata de un lugar que invita a la participación y en el que se otorga una gran importancia a la esfera pedagógica.

Málaga ha acogido exposiciones y actividades de carácter pionero en España, potenciando la presencia de artistas que nunca antes habían expuesto en el país, así como ofreciendo seminarios y cursos que amplían el conocimiento y la reflexión sobre los diferentes aspectos del arte contemporáneo.


EQUIPO

Dirección
Fernando Francés Director
Mª José García Directora de Gerencia, Administración y R.R.H.H.
Ana Moreno Gerente
Almudena Bocanegra Asistente de Dirección
Alicia Bustamante Administrativo

Exposiciones
Helena Juncosa Coordinadora
Ana Umbría Coordinadora

Comunicación y Prensa
Elena Padrón Coordinadora
Almudena Ríos Asistente
Alberto Ricca Diseñador

Actividades Pedagócicas
Inés Fernández Coordinadora
Pilar Díaz Monitora

Actividades culturales y Biblioteca
Ana Umbría Coordinadora
Victoria Ruiz Coordinadora

Montaje & Mantenimiento
Juan Pedro Carnes
Mihail Emanuel Plesanu

CAC Málaga
C/ Alemania, s/n 29001-Málaga- España
T: 00 34 952 12 00 55 F: 00 34 952 21 01 77
cacmalaga@cacmalaga.org
 
 

FCT - Fundação para a ciência e a tecnologia

04-12-2009

Concurso Conjunto EULANEST 2009 encerra

12-11-2009

Sessão de divulgação das Acções Marie Curie no IST

13-11-2009

Encerramento de concurso de projectos 2009 no âmbito do programa MIT-Portugal

13-11-2009

Encerramento do concurso de projectos em Áreas Temáticas de Aplicações de Matemática 2009 no âmbito dos programas UTAustin-Portugal e CMU-Portugal

13-11-2009

Encerramento do concurso de projectos 2009 no âmbito do programa CMU-Portugal

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